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Rui Borges comentou a partida Arouca x Sporting referente à jornada 19 da Primeira Liga. Os leões triunfaram por 2-1.
Rui Borges avaliou o Arouca x Sporting da Primeira Liga. Durante a entrevista rápida após o jogo, ele comentou sobre a partida:
«O jogo foi complicado; sabíamos que seria desafiador. Devido ao adversário, às condições climáticas e ao desgaste físico. Tivemos controle nos primeiros 45 minutos, mas começamos mal a segunda parte, e o Arouca poderia ter mudado o rumo do jogo. Após o Arouca ter a chance de fazer 2-1, conseguimos retomar a ofensiva. Chegamos frequentemente às laterais e devíamos ter tomado melhores decisões. Contudo, a nossa vontade e determinação foram determinantes para conquistar a vitória. Desligar na segunda parte? Entramos em campo acomodados. Tentamos motivar a equipe durante o intervalo, mas isso não foi suficiente. É uma questão muito pessoal e coletiva. Ninguém consegue manter o mesmo ritmo durante os 90 minutos. Soubemos nos conectar até o final e deixamos uma mensagem aos torcedores, dedicando a vitória à minha mãe, que está de aniversário e passou por muitas dificuldades».
Rui Borges também fez elogios a Luis Suárez e aos jogadores que saíram do banco:
«A única diferença é que, com eles, temos mais alternativas. Mudei um defensor e o Zeno tem uma capacidade decisional superior à do Matheus Reis no último terço. Troquei o Pote pelo Trincão, pois notamos que isso é importante em termos físicos. Isso nos proporciona mais força coletiva, até nas decisões durante o jogo. Luis Suárez? O que realmente se destaca é sua dedicação à equipe. Ele luta intensamente, possui uma energia muito própria, e isso ajuda, pois os jogadores sabem que ele pode ser decisivo a qualquer momento. Foi uma excelente contratação, e estávamos cientes do que ele poderia oferecer. E quanto ao jogo no Dragão? Não adianta ficar pensando nisso agora; temos um desafio diante do Nacional em casa e um confronto pela Taça, além da Champions. Há muitos jogos pela frente. Para sermos campeões novamente, precisamos fazer uma segunda volta quase perfeita, e mesmo assim, pode não ser suficiente. É vital entender o que podemos controlar e precisamos conquistar as vitórias. Não podemos vacilar, e tanto a equipe quanto eu assumimos esse compromisso. Estamos cientes de que a segunda metade da temporada será mais desafiadora do que a primeira, e a pressão sobre nós é grande em relação ao que desejamos alcançar».







