O Agrupamento de Escolas Júlio Dinis celebrou o reconhecimento recebido pelo Selo Protetor dos Direitos da Criança com o hastear da bandeira correspondente na Escola Básica Júlio Dinis. Este evento simbólico contou com a presença de Ana Luísa Gomes, Vereadora da Coesão Social da Câmara Municipal de Gondomar.
A cerimónia do hastear da bandeira representa o compromisso das instituições distinguidas em promover e proteger os direitos das crianças e jovens, além de implementar práticas que contribuam para ambientes mais seguros, inclusivos e protetores.
O Agrupamento de Escolas Júlio Dinis foi uma das instituições do concelho premiadas na 8.ª edição do Selo Protetor (2025/2027), uma iniciativa nacional coordenada pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, que reconhece instituições públicas e privadas com abordagens consistentes na promoção e defesa dos direitos da infância e juventude.
Nesta edição, que ocorreu em janeiro passado em Gondomar, foram premiadas 47 entidades em todo o país, sendo nove delas do concelho de Gondomar, a saber, Academia Ramos Pinto – Costeira Mendes Esteves Pinto Lda., Agrupamento de Escolas Infanta D. Mafalda, Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Associação Social Recreativa e Cultural Bem Fazer Vai Avante, Centro Social Paroquial de S. João da Foz do Sousa, Colégio da Quinta Inglesa, Creche Infantário O Teu Filho, Escola Secundária de São Pedro da Cova e Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Vera Cruz de Gondomar.
Esse resultado destacou Gondomar nacionalmente, tornando-se o concelho com o maior número de instituições certificadas nesta edição, refletindo o trabalho colaborativo realizado em conjunto entre o Município, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens e as entidades locais atuantes na área da infância e juventude.
O Selo Protetor é um recurso que visa fortalecer e valorizar a atuação institucional, promovendo a prevenção de situações de risco, a detecção precoce de sinais de perigo e a aplicação de boas práticas internas, além de fortalecer a colaboração entre instituições e construir uma verdadeira cultura de proteção à infância e juventude.
O hastear da bandeira nas instituições reconhecidas, portanto, simboliza o comprometimento contínuo com a promoção dos direitos das crianças e jovens e a criação de comunidades mais seguras, inclusivas e sensíveis às necessidades das novas gerações.



